Dei uma risada seca e tentei ignorá-la.
— Ele vai levar a mim — completou ela.
Subi para o meu quarto e ela me seguiu, batendo na porta várias vezes e desferindo provocações sobre a intimidade dela com o Salim. No meu limite, escancarei a porta, de peito estufado, pronta para o confronto. Ela recuou um passo.
— Fique com o Salim inteiro para você! Para mim ele não passa de um saco de prazer. Eu sento, rebolo, gozo e acabou — disse, fria.
Ela me olhou chocada. Quando fiz menção de fechar a porta