Ela não para. Pelo contrário, ela acelera, olhando pra cima, me encarando. Os olhos dela dizem "é seu, mas pode ser meu". E é a gota d'água. Com um gemido rouco e gutural, eu explodo. Jorro na boca quente dela, ondas e ondas, e ela não se afasta. Ela aguenta, engole, faz um barulhinho pequeno que me eletriza. Só quando o último tremor passa é que ela se solta, ofegante, um fio de sêmen escorrendo do canto da boca. Ela passa o dorso da mão, me olhando com uma expressão de vitória, de intimidade reconquistada. Eu tô sem ar, o coração batendo como um tambor. Puxo ela pelo braço, faço ela se deitar ao meu lado. — Agora tira essa roupa toda — eu ordeno, mas é um pedido suplicante. — Preciso de você inteira peladinha, agora. Ela obedece, rápido. Senta na cama, tira a blusa. Os seios pequenos e perfeitos ficam livres. Ela se levanta, empurra o shortinho e a calcinha pelos quadris e deixa cair no chão. E fica ali, em pé, na frente da cama, nua. Iluminada pela luz fraca que entra pela ja
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