Ele gozou na minha boca. Ou melhor, no fundo da minha garganta. Foi um jorro quente, forte, pulsante, que inundou tudo num segundo. Eu quase me engasguei de novo, mas segurei, engolindo convulsivamente enquanto sentia cada esguicho quente descer pela minha garganta. O gosto era salgado, intenso, dele. Era como beber a essência mais primitiva dele, e por mais estranho que pareça, me deu um tesão ainda mais absurdo. Os gemidos dele enquanto gozava… meu Deus. Eram guturais, roucos, saíam do fundo do peito dele como se fossem arrancados. Não tinha fingimento, nem pose. Era puro prazer animal, entregue pra mim. Aquilo me deixou doida, me senti poderosa e submissa ao mesmo tempo. Minha bucetinha pulsou, vazia, implorando por atenção. Ele puxou o pau da minha boca de repente, e foi possível ouvir um ‘ploc’ úmido, obsceno, no silêncio do quintal. Eu ofegava, a boca cheia do gosto dele, a saliva e o sêmen escorrendo um pouco pelo meu queixo. Ele olhou pra mim, com aquela expressão de pred
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