Acordei com o sol batendo na cara, o corpo moído mas feliz pra caralho. A lembrança dela me invade — suor, champanhe, sexo e aquele perfume doce que a Daiane usa. Meu pau deu um pulo só de lembrar do dia no motel, sim dia, porque eu comi ela a noite toda e o dia seguinte também. Caralho, a mina me destruiu naquele dia. Hã e eu destruí ela também, pô. Duas, três, quatro vezes… perdi a conta depois da banheira, só botadão bruto. Meu pau ficou dolorido.Levantei devagar, estiquei o corpo, sentindo as costas arranhadas pelas unhas dela. Sorri sozinho. Valeu cada marca mano.Desci pra cozinha, o velho já tava na cadeira de rodas na sala, assistindo novela com o volume alto pra cacete. Um milagre, porque ele nunca aceita a cadeira, isso é coisa dela, da Daiane. A Daiane chegou cedo hoje, tava lá limpando a mesa, de calça jeans apertada e blusinha solta, cabelo preso num coque bagunçado. Quando me viu na porta, parou tudo, os olhos brilharam e ela veio direto, sem falar nada. Me deu um be
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