Quando a porta do elevador abriu, Kaily deu um passo para fora, os saltos ecoando suavemente pelo chão. Ela parou diante da única porta do andar, um pouco descrente, então olhou para o cartão em sua mão. Ainda relutante, pensando ter entendido errado as palavras do barman, ela passou o cartão pelo leitor, e a porta se abriu. Assim que atravessou a entrada, seus olhos se perderam no espaço ao redor… O lugar era absurdo. As paredes eram de vidro, do chão ao teto, revelando a cidade iluminada ao redor, como um espetáculo de luzes. Acima, o céu noturno se estendia amplo e limpo. Kaily caminhou lentamente até a janela, o ar fresco tocando sua pele. “— Isso que ele quis dizer com ‘uma noite no céu’?” O pensamento veio espontâneo. Ela continuou andando, passando a mão de leve sobre uma superfície aqui, observando um detalhe ali. “Os funcionários daqui têm suas vantagens…” —pensou, olhando mais uma vez ao redor, quase desacreditada. Contudo, o tempo começou a passar, e com ele a
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