Hannah Brooks
São exatamente 13h45 de uma segunda-feira e a lanchonete está lotada. Lotada de clientes, lotada de vozes que se sobrepõem, lotada de crianças correndo de um lado para o outro como pequenos furacões de açúcar e refrigerante.
Está cheio.
Agitado.
Caótico.
Eu estou parada no meio da lanchonete.
Parada.
Imóvel.
Vermelha como um tomate maduro, sentindo o calor subir pelo meu rosto até as orelhas enquanto minha única vontade neste exato momento é cavar um buraco no chão e me en