Depois que a mãe saiu, Deyse chorou amargamente, sentindo uma angústia insuportável. Ela se ajoelhou no chão, como se uma dor profunda estivesse dilacerando seu coração, como se uma lâmina estivesse cortando seus sentimentos em pedaços.Uma jovem se aproximou: era Liliane, sua colega de quarto e bolsista.— Deyse, o que aconteceu? Você está sentindo dor? — perguntou Liliane, preocupada. Deyse não respondeu, apenas continuou a chorar.— Por favor, alguém me ajude! — gritou Liliane. Um jovem que passava se aproximou, preocupado.— O que aconteceu? — indagou ele enquanto tentava ajudar Deyse a se levantar.— Eu não sei… Ajude-me a levá-la para o quarto — pediu Liliane, com a voz trêmula.O jovem segurou Deyse em seus braços e a levou até o quarto. Assim que entraram, ele a deitou na cama com cuidado. Liliane pegou um copo com água e ofereceu a ela.— Obrigada, Arthur — disse Liliane, aliviada.— Não precisa agradecer — respondeu ele, olhando para Deyse, que ainda estava deitada.— Deyse,
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