Durante o restante do dia, Deyse conheceu cada cômodo da casa, exceto a biblioteca e o escritório do marido, pois a empregada havia dito que era proibido. Ela se sentiu mais tranquila ao perceber que o encontro com ele na noite anterior não havia sido aterrorizante; Chase não era o monstro que ela imaginara, alguém que a tomaria por mulher à força, exigindo seus direitos de marido. Pelo contrário, ela dormira tranquila em seus braços. Ao lembrar disso, seus lábios se curvaram em um sorriso. Cada refeição que preparava era acompanhada por um olhar para a cadeira vazia à mesa, e ela respirava profundamente, desejando que ele estivesse ali. Deyse fez perguntas aos empregados sobre como Chase era quando pequeno e adolescente; quis saber sobre seu temperamento, o que ele mais gostava e o que odiava. No entanto, ninguém forneceu informações, deixando a curiosa Deyse frustrada. Mas ela não desistiria; uma hora alguém falaria alguma coisa. À noite, enquanto tomava seu banho para relaxar, De
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