31. SOFIA ESTÁ BEM?
POV ROSE— Se não descer, eu vou aí te tirar.— Pois ficarei esperando — respondi.O senhor Luther falou um palavrão.Fechou os olhos.Respirou fundo.— As coisas não se resolvem assim.— Se vão se resolver, não sei. O que eu quero é ver a Sofia.Após três inspirações longas, ele relaxou.— Entre no carro — disse, vencido.Respirei aliviada.Conseguiria ir ao hospital.— Obrigada.Ajeitei a roupa de um jeito metódico.Dei a volta no carro.Meu sapatinho fazia barulho no asfalto.Era hora de ir.O cheiro de álcool 70 do hospital invadiu meu nariz.O senhor Luther caminhava na frente.— Será que poderia ir mais devagar?— Quer que eu a carregue no colo?Luther parou e me olhou.Eu ajeitei o cardigan.— Não. Apenas vá devagar.Ele fez sinal para eu passar.Repuxou os lábios.— Obrigada.Caminhamos em silêncio, agora com o senhor Luther na minha escolta.Chegamos ao quarto onde a recepcionista disse que Sofia estava.— Ah, meu Deus… Florzinha!Entrei abruptamente, aliviada.Ela estava com
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