— Delícia. murmurei, vendo o rastro do nosso caos sobre a cama. Ela virou o rosto para mim, os olhos nublados, exausta, mas com aquele sorriso perverso que me dizia que ela tinha adorado cada segundo da minha brutalidade. — Você é o diabo. ela sussurrou, a voz sumindo. Tomei sua boca com posse, podia ser o que ela quisesse, se estivesse dentro dela todas as drogas de noites. ... O som da nossa respiração, pesada, errática, tentando voltar ao eixo, enquanto o nosso calor se esvaia, e o tesão baixava. Nayla estava acabada. O álcool derrubou ela, mas o que fizemos aqui... isso pesou mais. Olhar para ela se aninhando nos lençóis, os olhos fechados antes mesmo de o corpo esfriar. A respiração lenta, sendo tomada por um sono profundo. Ela parece em paz, e isso é quase um insulto ao caos que eu carrego. Me deito. O teto é o único que me aguenta agora. Minha mente não para, nunca para. É um tabuleiro de xadrez em chamas. Vittoria, meu pai, as jogadas do Hector
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