Spencer deu um passo para frente e pegou a mão esquerda de Elena. Ele curvou as costas e beijou a mão dela. A boca dele demorou um segundo a mais do que a educação exigia. - Elena. Uma visão estonteante, como sempre. Ouvi dizer que o seu marido a deixou trabalhando duro no subúrbio. Se precisar de uma carona de volta para Manhattan na próxima vez, o meu motorista está sempre a disposição. A mão de Arthur apertou mais ainda a pele dela com uma força que quase a fez dar um sobressalto. Ele deu meio passo para a frente, entrando no espaço pessoal do outro homem. O ombro de Arthur cobriu Elena. - Solte a mão da minha esposa, Spencer. - -A ordem saiu baixa. Spencer soltou a mão dela na hora. O sorriso arrogante do rapaz sumiu, substituído por confusão e medo. - Foi apenas um cumprimento, Arthur. Sem ofensas. - O seu tio está na mesa quatro tentando explicar a queda de rendimento do trimestre passado. Sugiro que você vá ajudá-lo com a matemática em vez de oferecer caronas que não pod
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