Após passarem pela recepção, foram direcionadas ao último andar.Eloise e Monique entraram no elevador privativo, uma cápsula de aço e vidro que prometia uma viagem sem escalas até o topo. À medida que o visor digital marcava a subida veloz — 10, 25, 40... —, a pressão nos ouvidos de Eloise aumentava, acompanhando o ritmo acelerado de seu coração.No 55º andar, as portas se abriram silenciosamente para o Andar Executivo.Diferente do hall movimentado lá embaixo, aqui o silêncio era absoluto e luxuoso. O andar era circundado por paredes de vidro do chão ao teto, oferecendo uma visão panorâmica de 360 graus. De um lado, a Ponte Golden Gate emergia do nevoeiro matinal; do outro, a imensidão da Baía e os demais arranha-céus que, daquela altura, pareciam meros brinquedos de montar.Diante do elevador, uma mulher de cabelos loiros intensos as aguardava. Com um tablet em mãos e um sorriso gentil, ela aparentava ser um pouco mais jovem que Eloise e Monique.— Bem-vindas. Eu sou Diana Miller,
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