Enquanto o cara era imobilizado pelos homens de Diego, ele me pegou pelo braço, puxando-me para fora. Olhei para Oto, que negou com a cabeça, e eu me soltei da mão de Diego.— Sim? — perguntei, cruzando os braços.— Que porra tu pensa da tua vida? — Diego perguntou, puto.— O que tu veio fazer aqui, desgraça? — Oto gritou do outro lado.— Sim, estão montando um complô contra mim agora, é?— Não interessa! Tu estava se insinuando para aquele homem, eu vi — Diego disparou.— E ainda arrasta a Yasmin para cá! Francamente, viu... — Oto disse, acendendo um cigarro.— Para de reclamar, caralho! Tu me ensinou quase tudo o que sei — digo. — E tu não vem dar uma de santo não, caralho, que tu saiu ontem e só chegou hoje. Não sou otária! — Cruzei os braços com um bico do tamanho do mundo.— Eu estava resolvendo os B.O. do morro!— Ah, tá... resolvendo os B.O. bebendo com um bando de macho e não sei quem mais... Olha aqui, Diego, se tu...— Vai fazer o quê?Eu mal fechei a boca, mas reconheceria
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