ELENA MORETTI Agora, eu vivia na minha própria ala da casa, como se fosse uma rainha em um castelo de gelo. O Julian? Para mim, ele era invisível. Ele tentava de tudo: mandava flores, joias, cartões pedindo perdão... mas eu mandava os seguranças jogarem tudo no lixo antes mesmo de eu ver. Eu não queria o dinheiro dele, eu queria respeito, e isso ele não soube me dar. Decidi que era hora de contar para as minhas amigas sobre o bebê. Eu não queria que elas soubessem pela TV ou por algum blog de fofoca. Convidei a Sarah, , clara, Isa e a Maya para um chá da tarde no meu jardim particular. Eu estava sentada na varanda, olhando o jardim, quando ouvi os gritos animados das meninas lá embaixo. Elas estavam entrando na mansão e, como sempre, não sabiam falar baixo. — Meninas, por aqui! — gritei da sacada. Quando elas subiram e chegaram na área que o Alistair reservou só para mim, pararam no corredor, boquiabertas. Perto da minha porta, havia um cesto enorme de vime transbordando de rosa
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