Uma mulher de meia-idade, por volta dos cinquenta anos, apareceu no portão do quintal, cobrindo o rosto com uma das mãos. Mas seus dedos estavam bem abertos, intencionalmente ou não, de modo que sua visão ficou completamente exposta.Ao ouvir a voz, Isabela empurrou Maison abruptamente, fingiu estar calma e caminhou até o portão, chamando:— Tia Lili.Sua fingida compostura foi inútil; suas bochechas coradas a traíram num instante. Tia Lili sorriu, admitindo com o olhar que seu comportamento fora intencional. Que casal lindo, cheio de amor; seria uma pena não observar.— Senhora, não vou incomodá-la mais. Vou arrumar o quarto e já volto.Já havia incomodado. O rosto de Maison estava sombrio.— Quem é ela?Isabela deu um leve tapa nele:— A tia que eu contratei. Ela é quem manda aqui, então seja educado com ela.Isabela pensou que, em uma mansão tão grande, precisaria de ajuda. Tia Lili e a vovó Sônia eram da mesma cidade natal. Maison agora vive essencialmente sob o jugo de sua "benfe
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