Rafael Ventura Me afastei da Lorena devagar, sem tirar os olhos dela.Soltei o cinto.Abri os botões da calça.E tirei tudo.Sem vergonha.Sem filtro.Nu como nasci.A água gelada da cachoeira era quase um choque no corpo quente, mas eu não me importei. Precisava me limpar da rotina, da raiva, do cansaço.E me encher só dela.Entrei na água devagar e virei o rosto pra trás, encarando a mulher que estava parada ali, com os olhos arregalados, o rosto vermelho e o coração disparando só de me ver assim.— Vem, boneca — chamei, com aquele sorriso torto de quem sabe que vai vencer. — Tá com medo de quê?— De morrer afogada, do coração. E de frio! — ela respondeu, rindo sem jeito.— Eu te aqueço. Prometo. e também te ensino a nadar.Confia em mim, Lorena.Ela hesitou, mordendo o lábio. E eu não esperei.Saí da água molhado, nu, com o pau já duro só de olhar pra ela.Ela deu um passo pra trás, rindo nervosa.— Rafael! Você tá pelado!— É mesmo? Achei que fosse impressão sua — brinquei, pegan
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