A voz de Enzo, calma e controlada, ecoou na escuridão da venda, enquanto suas mãos, firmes, mantinham Mariana ancorada pela nuca. O calafrio que a percorreu transformou-se em uma curiosidade sombria. Para vencer os Cavalcanti, Mariana precisava entender a extensão de sua depravação. Ela não recuaria.As mãos de Enzo começaram a passear pelo seu corpo, deslizando sobre o linho do vestido. Logo, as quatro mãos estavam nela. A dupla orquestração era hipnotizante. Uma das mãos, ela reconhecia a de Enzo, subia e descia por suas costas, traçando a linha da coluna vertebral, enquanto a outra se demorava em sua coxa, explorando a pele macia sob o tecido. Simultaneamente, as mãos da terceira pessoa, mais leves e ágeis, desamarraram o cinto do vestido e o puxaram lentamente pelos ombros. O tecido escorregou para o chão, revelando a lingerie preta que agora parecia um convite.Os beijos começaram. Um na curva do pescoço, de Enzo, úmido e urgente, e outro na parte interna da coxa, da pessoa miste
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