Lembrei-me daquele dia na casa de massagens, e uma coceira incômoda tomou conta de mim. Mesmo depois do divórcio, aquele desejo ainda existia. Forte. Persistente.A companhia de Gabriel, as massagens, ajudavam a aliviar um pouco. Mas só um pouco.Nas madrugadas silenciosas, eu ainda não resistia. Acabava pegando, às escondidas, meu pequeno vibrador cor-de-rosa, tentando acalmar o que ardia por dentro.Eu estava perdida nesses pensamentos quando, de repente, alguém se aproximou.— Ué, Karine, veio procurar o Gabriel de novo?Virei o rosto.Era um colega de trabalho do Gabriel, Thiago. Estava ali havia dois anos a mais do que ele. Um rapaz moreno, forte, de físico compacto.Assenti com educação.— Oi.— Fica ali esperando então. — Disse ele, animado, apontando para a sala de descanso. — O Gabriel ainda vai demorar um pouco. Hoje a aula dele vai até às sete da noite.Thiago me conduziu com simpatia até o espaço ao lado, enquanto o som distante das crianças na piscina continuava ecoando pe
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