Lembrei-me daquele dia na casa de massagens, e uma coceira incômoda tomou conta de mim. Mesmo depois do divórcio, aquele desejo ainda existia. Forte. Persistente.
A companhia de Gabriel, as massagens, ajudavam a aliviar um pouco. Mas só um pouco.
Nas madrugadas silenciosas, eu ainda não resistia. Acabava pegando, às escondidas, meu pequeno vibrador cor-de-rosa, tentando acalmar o que ardia por dentro.
Eu estava perdida nesses pensamentos quando, de repente, alguém se aproximou.
— Ué, Karine, vei