Um alarme irritante me acorda. É uma sequência intermitente de bip-bip que eu não sei de onde vem. Olho pela janela, nada além do gramado que dá para a mata fechada. Nada de atípico ali. Mas o barulho vem exatamente da mata de onde alguns homens, de repente, saem, em direção à casa.Pego o primeiro vestido das roupas que escolheram para mim e visto sem pensar muito. É amarelo, em algodão, com mangas até o meio do braço. O tecido folgado na cintura mostra o quanto emagreci nesses dias, tomando a prata. — Que barulheira é essa desde cedo? — pergunto para Selina, que serve o meu café.Estou tão cansada que poderia dormir a semana inteira. Se eu tivesse esse direito, claro, mas preciso de um plano para fugir dessa prisão.Estou sozinha na mesa, como em todos os cafés da manhã. Não sei o que Niccolai Vanderhall faz pelas manhãs, nem onde vai, mas ele quase nunca está em casa quando saio do quarto.— Nosso alfa tem uma surpresa para você, querida. — Ela diz, cantarolando.Rolo os olhos p
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