Ele riu, divertindo-se com a minha preocupação e desespero, e isso, obviamente, chamou a minha atenção. Mas eu não precisei nem questionar, pois logo o meu chefe me deu a resposta: — Fica tranquila... Eu já pedi pra Daniela ir buscá-las. — Você o quê? — tornei a questionar, não acreditando naquilo. Eu não controlei a minha risada, que soou de forma exagerada. — Então, quer dizer que você entrou no quarto sabendo que a gente... — Eu sabia que a nossa conversa demoraria um pouquinho... — ele respondeu, não escondendo o sorriso cafajeste e convencido. — E eu meio que estava certo, não é? Você até pegou no meu pau. Eu me sentia tão idiota por tê-lo deixado colocar a mão em mim — e por ter colocado a mão nele —, mas, ao mesmo tempo, estava excitada demais para despachá-lo do meu quarto. Sentia-me atraída por Don desde o segundo em que eu o vi, e esse sentimento cresceu muito com o passar do tempo, conforme eu o fui alimentando com todos aqueles sonhos eróticos, além das vezes que, atra
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