Sol ainda sentia a porra de Junio escorrendo entre as pernas quando chegou em casa depois da foda selvagem no banheiro da obra. Ela tomou um banho longo, mas o cheiro dele parecia impregnado na pele. O vício já estava instalado.Naquela mesma noite, por volta das 20h30, o celular vibrou.Junio: Manda o endereço. Tô indo aí.Sol hesitou por dois segundos. Levar ele para o seu apartamento luxuoso, seu santuário de arquiteta bem-sucedida, era cruzar uma linha perigosa. Mas a buceta latejando respondeu por ela.Sol: Rua das Acácias, 245. Cobertura 1201. Meia hora depois, a campainha tocou. Sol abriu a porta vestindo apenas um robe curto de seda preta, sem nada por baixo. Junio estava ali, ainda com a roupa suja da obra: camiseta regata branca manchada de cimento, jeans surrado e botas. Ele olhou ao redor do apartamento amplo, com piso de porcelanato brilhante, móveis de design, sofá de couro branco impecável, vista panorâmica de Santa Luzia iluminada e obras de arte nas paredes.— Caralh
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