Ela se abaixou para medir o rodapé junto à parede oposta à cama. A saia subiu. Subiu muito. A calcinha de renda preta ficou completamente exposta, marcando a fenda da bunda redonda e empinada. Barry parou atrás dela. Não fingiu que não estava olhando. Ele olhou com fome. Marie sentiu o olhar como se fosse uma mão deslizando entre suas pernas.— Caralho, Marie… — sussurrou ele.Ela sorriu, ainda abaixada, e mexeu a bunda de leve, de propósito.— Professor, se continuar me olhando assim, vou cobrar taxa de excitação.Barry soltou uma risada baixa, quase um rosnado. Quando Marie se levantou, ele estava bem atrás. Perto demais. O pau agora estava visivelmente duro, marcando a calça jeans baixa. Ele “sem querer” roçou toda a extensão do membro semi-duro na curva da bunda dela, pressionando devagar, como se estivesse medindo o espaço entre eles.Marie gemeu baixinho. Não conseguiu segurar.— Isso foi sem querer, Barry?— Não foi — confessou ele, a voz grossa. — Sua bunda é perfeita demais p
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