ELISA RIVER.Pablo estava bastante abatido, magro, com olheiras profundas e com o braço imobilizado. Atila continuava como sempre, muito bem apresentável, charmoso e gentil. Assim que me viu, veio me cumprimentar e a Melissa.— Elisa, como você está? E Melissa? — perguntou, afagando meu ombro e depois acariciando a cabeça de Melissa, que ficou lhe observando com atenção.— Estamos bem. E você, como tem passado? — perguntei, sorrindo.— Estou bem. Estou cuidando do meu filho teimoso.Olhei para Pablo, que se aproximou de nós.— Eu não sou teimoso, papai.— Oi, Pablo, como você está? E o braço?— Vou levando devagar. O braço está se recuperando, mas sinto muita dor.— Isso acontece por teimosia. Você quer ficar fazendo tudo, em vez de me deixar cuidar de você — reclamou Atila.— Sabe, Elisa, meu pai não entende que eu vivia sozinho, então gosto de cuidar das minhas coisas. E é difícil para mim deixar outros fazerem por mim.— Filho, eu entendo isso. Mas nesse momento você está impossibi
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