A rotina de Caio agora era outra, as vezes, Omar brigava com ele, por causa da proximidade exagerada, mas Caio deixava claro que sabia os limites, que nunca desrespeitaria Sierra, por mais que seu peito ardesse de desejo.A noite caiu devagar sobre a casa. O quarto de Sierra estava escuro, apenas a luz fraca do abajur ao lado da cama iluminava os dois. Eles estavam deitados, ainda vestidos, ela com a camisola leve de algodão, ele com a camisa aberta no peito e a calça do dia. Caio a tinha puxado para cima dele, trocaram beijos apaixonados, mas não podia seguir, não ainda. Os braços dele a envolviam forte, como se quisesse protegê-la até do ar que respirava.Sierra encostou o rosto no peito dele, ouvindo o coração bater firme. Ela respirou fundo, reunindo coragem.— Eu… te amo… sempre — ela murmurou, as palavras saindo lentas, roucas, mas claras.Caio sentiu um aperto no peito. Ele passou a mão devagar pelos cabelos dela, os dedos gentis.— Eu também te amo, minha Sierra. Sempre amei.
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