A chegada à mansão foi marcada por um alívio que parecia vibrar nas paredes. O sol já estava clareando, dissipando as últimas nuvens cinzentas, quando a SUV de John atravessou os portões. Ao contrário do silêncio fúnebre da noite anterior, a casa parecia ter despertado com uma energia vibrante. Assim que a porta principal se abriu, a recepção foi calorosa. Os funcionários, que passaram a noite em claro, não conseguiram esconder o sorriso ao verem a pequena Clara sã e salva nos braços do pai. A senhora Si, com os olhos vermelhos de quem também chorara, se aproximou para os avisar que o café estava pronto. Sobre a mesa, um banquete montado. Não era o café da manhã protocolar de todos os dias; era um festival de cores e aromas. Havia panquecas em formato de urso, bolos, cupcakes, frutas frescas cortadas com precisão, sucos naturais e os pães doces que Clara tanto amava. A menina, que ainda vestia o casaco sujo da aventura noturna, arregalou os olhos. A an
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