LizandraCaminhando ao lado do Fernando e olhando ao redor, eu achava tudo estranho demais. O local onde deveria ser o restaurante estava escuro e silencioso.— Tá fechado, Fernando… — falei, sorrindo.— É… parece mesmo. Paramos em frente a grande porta de madeira e antes que eu pudesse dizer para irmos embora, ele empurrou a porta.— SURPRESAAAAA!Eu congelei. Os sons vieram de uma vez só no mesmo instante que as luzes acenderam. Gritos, aplausos, música e muitos balões coloridos. Meus olhos arregalaram e tapei a boca com a mão. Tudo girava ao meu redor. As pessoas, os rostos conhecidos. A Lia, pulando e batendo palminhas, o senhor Augusto sorrindo, Tunisha e Soraia vibravam animadas. Lucas e Melissa, Milena e Heitor com a pequena Ísis. A Samanta e o Erick sorriam e vibravam.As lágrimas vieram sem pedir licença.— Meu Deus… — sussurrei, chorando de felicidade, daquelas tão intensa que não é possível explicar. Enxuguei as lágrimas observando todo o salão. Havia balões coloridos por
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