Sophie Bailey Ele não se moveu. Eu também não.— Sophie? — A voz dele era um sussurro rouco, quase incrédulo.— Max! — Respondi, sentindo as lágrimas subirem aos meus olhos, não de tristeza, mas de uma saudade súbita e avassaladora.Ele deu um passo e, no instante seguinte, estávamos nos braços um do outro. O abraço era firme, desesperado, familiar. O cheiro dele, a textura do seu cabelo, tudo me levava de volta aos nossos anos de namoro, aos beijos no parque, às promessas de futuro que não cumprimos.Ele me afastou, segurando meus ombros. Seus olhos azuis me devoravam com uma intensidade que reacendia a antiga chama.— Eu não acredito. Você... É você mesmo? Sophie? — Ele riu, mas havia tensão em seu maxilar e ele tocava minha pele, meu rosto, meus cabelos como se quisesse ter certeza que era eu. A única coisa que consegui fazer em meio a emoção foi abraçá-lo de novo. Encostar a cabeça em seu peito.— Sim, sou eu, Max. — Ele beijou minha testa rapidamente, um gesto de carinho que nos
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