ANGELINE HARRINGATON Na escuridão súbita, todos os meus outros sentidos explodiram. Ouvi o som de sua calça sendo aberta, o farfalhar do tecido caindo no chão. Senti o peso dele na cama, a calorosa e rígida pressão de seu desejo contra minha coxa. Suas mãos grandes percorreram meu corpo, virando-me de bruços, posicionando-me de joelhos.— Levanta esse quadril — ordenou, uma mão firme na minha cintura. — Me mostra que você é minha. Toda. Aberta. Para mim.A obedeci, tremendo de antecipação. A ponta dele encontrou meu centro, ainda sensível e pulsante do orgasmo anterior. Ele não entrou de uma vez. Apenas pressionou, roçou, torturou.— Por favor — supliquei, minha voz um gemido na escuridão.— Por favor, o quê? — sua voz era áspera, implacável.— Por favor, me come. Me fode, Nikolai. Preciso de você dentro.Um grunhido de satisfação foi sua resposta. E então, com um único movimento profundo e possessivo, ele se enterrou em mim até o fim. Um grito arrancou-se de ambos.— Caralho, Angel
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