A familia Conti, quando soube da data do casamento de Angeline, foram até sua sala para tirar satisfação.A porta da sala se abriu sem anúncio.Veronica entrou primeiro, seguida de Margaret. Rubens vinha logo atrás, visivelmente desconfortável com a própria presença ali, mas interesseiro demais para recuar.— Angeline, como tudo na sua vida, a organização do seu casamento deve estar um caos. Nosso convite ainda não chegou. Disse Veronica com uma certa ímpafia.Angeline não levantou os olhos dos documentos.— Não há erro algum. Vocês não receberam porque não foram convidados.O silêncio que se seguiu foi denso.— Como assim? Rubens avançou, afastando Margaret do caminho.Só então Angeline ergueu o olhar.Calmo.Firme.— Convidamos para nossas celebrações pessoas que nos querem bem. Amigos. Família… de verdade. Até onde sei, vocês não se enquadram.Veronica abriu a boca para responder, mas Rubens foi mais rápido.— Eu sou seu pai! Levou a mão ao peito, teatral. — Um pai tem o direito de
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