Dante dirigiu de volta para Milão.Enquanto isso, Angeline desceu do carro, agradeceu a Oton pela carona com um “boa noite” educado e entrou na mansão. Subiu direto para o quarto. Da janela, viu quando ele atravessou para a casa ao lado.Pegou o celular.Não podia ligar para Dante. Não havia salvado o número dele.Suspirou, sentindo um misto de preocupação e decepção.Ele podia ao menos ter ligado. Ou mandado uma mensagem.Entrou no box. O vapor logo tomou conta do banheiro, embaçando o espelho. Ficou ali por um bom tempo, deixando a água quente cair sobre os ombros, tentando pensar nos contratos, nos números, em qualquer coisa que não fosse Dante.Esperando, mesmo assim, que ele chegasse.Vestiu um pijama longo. Do lado de fora, o vento agitava as copas das árvores, projetando sombras inquietas na janela. Caminhou pelo corredor sentindo um leve desconforto no estômago, fome? Ansiedade?Desceu a escada.Foi então que uma luz rápida invadiu a entrada da mansão.Dante subia a alameda, a
Leer más