Os dedos dele vencem o impulso de se conter e me tocam. Céus, eles me tocam. Firmes, porém suaves, quatro deles pressionados contra o tecido do vestido, na altura do umbigo. Mas é o dedão que dispara a temperatura febril, sobre a pele exposta nas costas. Ele brinca com as pérolas acima do quadril, que dançam ali, para cima e para baixo. Estremeço e meus joelhos tentam me sabotar. Quase derreto até o chão se não fosse sua mão me segurando no lugar, intensificando a pressão deliciosa e enlouquecedora.— Como elas tocam o próprio marido delas, mesmo que estejam olhando para outro homem. — O brutamontes continua sussurrando. Está gostando de me ter ali, sob seu controle, sob seu toque quente, sob sua respiração provocante atrás da minha orelha. Os lábios dele roçam de leve o lóbulo e o ar me escapa. Estamos em público. Estamos longe da ética profissional da posição dele. Estamos expostos e cercados por tudo que contribui para um desastre. Bebidas, música, jogos de azar. O ambiente cheira
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