AlessiaTirando a minha mãe, eu já nem lembrava qual tinha sido a última vez que alguém cuidou de mim daquele jeito.Saímos do banheiro e, mesmo comigo vulnerável, Oleg não me olhou com pena, muito menos com desejo. O olhar dele era firme, atento, como alguém que assume a responsabilidade de proteger — não de possuir.Ele pegou uma toalha e me envolveu com cuidado, ajudando a retirar o sutiã sem pressa, sem constrangimento. Depois se abaixou, com o mesmo respeito, e me ajudou a tirar a calcinha. Eu não disse nada. Ainda estava meio anestesiada depois de tudo o que tinha contado.Oleg pegou outra toalha e colocou no meu cabelo, ajeitando com delicadeza. Ficou ali alguns segundos, certificando-se de que eu estava bem, antes de ir até o quarto dele. Voltou com uma camisa larga. Sem tirar a toalha, passou a camisa por cima, garantindo que eu ficasse confortável.Depois foi até onde estavam as minhas coisas, escolheu uma calcinha grande — daquelas que a gente usa quando só quer ficar em pa
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