— Mikail, eu já disse pra me deixar em paz — sibilou ela baixinho, só para ele ouvir, dentes cerrados, o coração batendo selvagem. — Eu só saio daqui levando você comigo. Fui claro ao dizer que não era pra jantar com esse idiota... porque nós dois sabemos muito bem quem será o prato principal — rebateu ele, insolente, sem soltar o braço, os olhos azuis queimando de posse.Naquele instante, Júlio voltou e congelou ao ver a cena. — Mikail, por favor, solte Sofia. Pelo que posso ver, você está sendo muito indelicado e inconveniente. Mikail sorriu de um modo perigoso, ameaçador, os músculos tensos como cordas de aço. — Indelicado? Você não viu nada. Eu posso ser bem mais... mas não com ela e sim com você, se não parar de se meter onde não foi chamado. Vamos, Sofia, pegue sua bolsa e venha comigo — disse, firme mas sem machucar, puxando-a levemente. — Eu juro que tentei ser civilizado, mas você pediu por isso — rosnou Júlio, empurrando o peito de Mikail com cuidado para não atingi
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