Ele tentou me agarrar, mas errou, escorregando no sangue no chão. Em vez disso, sua mão fechou como uma garra no braço magro da Alana.— AI! PAI, SOLTA! Tá me machucando! — ela gritou, tentando se soltar.Ele começou a puxar Alana pelo corredor, meus socos e tapas eram o mesmo que nada. Ver sua mão na minha filha, vê-la com dor, foi o estopim. A raiva, o desespero, o instinto materno mais primitivo tomou conta. Foi quando vi uma faca caída no chão, na entrada da cozinha. A menos de um metro de distância. Não pensei, não dava para pensar nesse momento. Peguei ela e então a empurrei com toda a força que eu tinha. A lâmina encontrou resistência, depois cedeu, entrando na barriga dele com um som úmido e repugnante.Thales soltou um grito diferente, de surpresa e agonia, e soltou o braço da Alana. Ele caiu de joelhos, depois de lado no corredor, com as mãos tentando conter o jorro de sangue escuro que saía de seu abdômen.Alana estava em choque, silenciosa agora, com os olhos arregala
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