Pashir Eu e Sahir tínhamos acabado de chegar ao evento quando percebemos que algo não estava certo. A música ainda tocava, mas o ambiente estava pesado demais para ser ignorado. Pessoas se afastavam discretamente, conversas se transformavam em murmúrios, e alguns seguranças já se posicionavam com atenção redobrada. Mesmo assim, não nos aproximamos de imediato. Aquela situação parecia ser um assunto interno. Ficamos mais afastados, conversando em voz baixa e observando. Então tudo parou. Adir avançou alguns passos e disparou um tiro para o alto. O som ecoou pelo espaço aberto e foi suficiente para interromper qualquer movimento. A música foi desligada imediatamente. O evento, na prática, havia terminado. Eu continuei tranquilo, segurando meu copo de whisky, quando uma mulher de cabelos cacheados, morena, de presença marcante, caminhou na minha direção. Era impossível não notar. Ela se aproximou sem hesitar. E, sem dizer uma palavra, me beijou. Foi nesse instante que ouvi Zay
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