Enquanto ele foi até o balcão, eu disquei o número de minha mãe na tela e esperei até que ela atendesse.
— Oi mãe. — Falei. — Bom dia.
— Oi meu amor, como está a Lu? — Minha mãe perguntou.
— Está bem, eu acho. Não vou conseguir chegar aí a tempo. — Falei pensando na desculpa do engarrafamento que provavelmente não colaria.
— Eu sei meu bem, estou vendo aqui o acidente que está gerando um engarrafamento terrível, eu sinto muito! Mas não vamos poder esperar que acabe. — Ela falou com um tom pr