Mundo de ficçãoIniciar sessãoRhaenyra balerion
Chegamos ao refeitĂłrio de mĂŁos dadas e tinham vários olhares e isso mim incomodou. Esse idiota nĂŁo quer deixar a minha mĂŁo,eu já fiz de tudo para que ele mim deixasse. Espero que essa reuniĂŁo acabei logo,estou sem disposição para aturar esse cara,ahhh aquĂ©m eu quero enganar,eu estou gostando de ter ele perto de mim. Eu nem tava preocupada com os demais. Quando estávamos todos no refeitĂłrio Arthur se pronunciou com um sorriso enorme no rosto,e Anne tinha uma carranca terrĂvel,eu quase explodi por dentro para nĂŁo poder rir dela. Eu procurava por khai pela sala mas nĂŁo a encontrei,eu nem prestava atenção no que Arthur dizia. SĂł percebi que o idiota ao meu lado rosnou,e a vigĂ©sima vez esse cara a rosnar hoje,ele apertou minha mĂŁo antes de sair,e ir ter com Arthur e Anne ,que agora tinha um sorriso cĂnico direcionado a mim. Qual Ă© o problema dessa miĂşda? Eu estava mim sentido estranha nao estando perto dele. Eu estava mim sentido pĂ©ssima. Eu ouvia alguns murmĂşrios,mas nĂŁo estava preocupada com isso. Mas algo chamou a minha atenção ,entĂŁo prestei atenção na conversa que nĂŁo mim era dirigida. - Eu consegui sentir,eu nunca senti algo assim,foi muito forte que atĂ© doeu,e eu senti meu lobo se fortalecer,se sĂł os lobos da matilha se fortaleceram com a ligação deles,imagina o Alfa,e ela ainda nĂŁo foi marcada e nem acasalado eles estĂŁo_A pessoa fala isso como se o que ele estivesse a dizer fosse completamente normal. Essa gente hoje nĂŁo está no seu estado normal. - Mas ela Ă© humana_Cara eu irei ficar maluca, sinceramente eu preciso sair daqui,mas pela minha surpresa a metade das pessoas já haviam ido embora,e o que eu estava ainda a fazer aqui? Espera !a reuniĂŁo acabou? Eu nem sequer ouvi alguma coisa,se Ă© que eles falaram,porque eu mim nego a aceitar que eu nĂŁo ouvi absolutamente nada. Já que essa reuniĂŁo já acabou eu vou embora,mas porque os meus pĂ©s nĂŁo mim obedecem, simplesmente eu nĂŁo estou a conseguir ir,como se eu nĂŁo quisesse ir embora. Do nada alguĂ©m atrás de mim fala. - A procura de alguĂ©m gracinha_ Essa voz imunda eu reconheci,quando mim viro para o estĂşpido que nĂŁo parava de olhar para o meu corpo minutos atrás. Eu estava a começar a ficar nervosa,mas nĂŁo por causa dele,mas sim por ter visto o senhor incrĂvel vindo com uma expressĂŁo assustadora. Seu pescoço estava cheio de veias que subiam pela cabeça,ele havia soltado um grunhido alto quando chegou perto de nĂłs e colocou as mĂŁos no pescoço do idiota. Ele estava estrangulando esse homem,cara ele vai matar ele. Meu Deus eu nĂŁo consegui fazer nada. - Ei,ei vocĂŞ nĂŁo pode fazer isso,vocĂŞ vai matar ele_ Eu tentei colocar minhas mĂŁos nas dele quando ele virou se para mim. Eu dei um passo para trás, que merda Ă© essa,os olhos dele agora estavam em um preto sombrio as suas veios estavam mais visĂveis agora ele tinha os dentes afiados. Meu Deus o que Ă© isso. _ Alfa,vocĂŞ vai matar o pobre coitada,Alfa vocĂŞ precisa se acalmar_ Tinha um homem com cabelos castanhos e os olhos cor de mel ,alto e magro,com alguns mĂşsculos tambĂ©m,tentando falar com a beldade que tentava matar alguĂ©m. O cara já nĂŁo conseguia respirar direito. - VocĂŞ Ă© a companheira dele,tenta fazer alguma coisa_ Ele se dirigi a mim. - O quĂŞ, nĂŁo eu n...ĂŁo_ Eu nĂŁo sabia o que dizer,nĂŁo sei porque eu nĂŁo conseguia dizer que nĂŁo sou a companheira de um assassino. - VocĂŞ cheira a companheira do Alfa,mas vocĂŞ Ă© humana _Beleza outro louco. - Tenta fazer qualquer coisa,toca nele,beija ele, faça qualquer coisa mas faça-o parar Luna_ Luna?o que se passa aqui. Por um intuito eu cheguei perto dele,mas depois eu olhei para o cara que mandou eu fazĂŞ-lo parar, paro e digo. - Eu nem conheço o nome dele e..._ Antes que eu terminasse ele fala. - Viserys, Ă© Viserys, faça-o parar Luna_ Eu olhei para ele e fiquei maluca,o dono do hospital. - Viserys,ei, Viserys_ Eu tentei chamá-lo. - SaĂ daqui cara_ ele disse sem se quer olhar para mim. Beija ele, beija ele, beija ele. Minha mente cantarolava isso. NĂŁo sei o que mim deu na telha para chegar perto dele e o beijar, Viserys deixou o cara no chĂŁo e trĂŞs homens foram ver como ele estava, Viserys colocou a mĂŁo na minha bunda e levantou meu corpo e eu enrolei meus pĂ©s em sua cintura. O que eu estava fazendo?eu nao queria parar o beijo era bom,meu primeiro beijo que palhaçada,e esse beijo era muito quente,eu estava em chamas ,e eu estava a adorar a sensação que estava a crescer dentro de mim. Eu nĂŁo percebi que estávamos em movimento. Estávamos em uma sala,eu nĂŁo consegui reconhecer a sala,ele mim coloca por cima de uma mesa sem parar com os beijos. Eu abro minhas pernas por intuito e ele fica no meio delas e sua ereção encosta no meu ponto G,cara o que eu estava a fazer. Eu tinha que parar antes que isso de em coisas que irei mim arrepender. - Vi...serys_ Eu tentei falar mas ele nĂŁo mim dava chance de o fazer, ele está a beijar o meu pescoço quando ele olha para mim com os olhos pretos,cara eu já nĂŁo estava com medo,ele passou a lĂngua pelo meu pescoço e mim mordeu. - AĂ!_ Eu exclamou de susto e da dor,mas a dor passou a uma secção que era maravilhosa,era como um ponto melhor que o ponto G,cara o que está acontecendo comigo,minha calcinha está toda molhada. Viserys tirou os dentes de mim,e nĂŁo vi mais nada,tudo ficou escuro.






