A mesa do terraço estava impecavelmente posta. Ian estava sentado sozinho, olhando fixamente para a escuridão do penhasco enquanto o som das ondas batia nas rochas muito abaixo. Tinha uma taça de vinho na mão, mas mal tinha dado um gole. A comida fumegante à sua frente parecia não ter aroma nem sabor; o ambiente, que deveria ter sido um gesto de paz, parecia pesado, carregado com o eco de suas próprias palavras magoantes.
Estava a ponto de se render e mandar a equipe retirar os pratos quando um