Nos dias que se seguiram à partida de Luca eu continuei a me sentir a pior pessoa do mundo. Mas foi gratificante ver que, mesmo com raiva, triste, decepcionado, ou seja lá o que ele estivesse sentindo, ele ainda se preocupava comigo e com as minhas necessidades.
Alice apareceu no dia seguinte para me levar para sair, mas eu estava péssima e não queria ir a lugar nenhum. – Deus! Você está horrível – ela disse quando entrou no meu quarto e me encontrou encolhida entre os lençóis. – Vamos lá, temo