Joana
Vicente entrelaça a minha língua na dele com extrema urgência. Sou tirada do chão por ele, que aperta a minha bunda com vontade.
Chupo seu lábio inferior e toco em seus cabelos loiros cacheados.
Quando a respiração se torna necessária, afastamos nossas bocas.
Encaro o chão com vergonha.
— Desculpa, Vicente. Você é meu chefe, eu não posso te beijar. Eu nunca beijei chefe nenhum. Nenhum deles era bonitão como você.
Eu e minha boca grande... Agora ele vai achar que Michele tinha razão.
— Eu.