O amanhecer na casa de Helena tinha um ritmo próprio.
Não havia o som insistente de celulares tocando, nem passos apressados de seguranças atravessando corredores de mármore. Em vez disso, Aurora despertou com o canto suave dos pássaros, com o perfume de lavanda entrando pela janela entreaberta e com o calor do corpo de Adrian envolvendo-a por trás.
Ela permaneceu imóvel por alguns segundos, sentindo a respiração lenta do marido em sua nuca.
A mão grande e possessiva dele descansava sobre sua c