Aurora não conseguiu dormir naquela noite.
O quarto da maternidade estava mergulhado em uma penumbra tranquila.
A única luz vinha do abajur ao lado da cama, criando um brilho suave sobre os lençóis brancos e sobre o pequeno berço transparente onde seu filho dormia profundamente.
O silêncio era quebrado apenas pelo som delicado da respiração do bebê.
E pelo ritmo constante do coração de Adrian.
Ele estava sentado na poltrona ao lado da cama, a gravata afrouxada, a camisa escura com os primeiros