O quarto da UTI parecia pequeno demais para a quantidade de emoções que transbordavam ali.
Aurora continuou segurando a mão de Aleksandr Romanov.
Pela primeira vez, não pensava nele apenas como o homem que a abandonou.
Mas como um pai imperfeito.
Tardio.
Cheio de erros.
E, ainda assim, humano.
Katarina inclinou-se e beijou a testa do pai.
As lágrimas escorriam sem controle.
Romanov abriu os olhos mais uma vez.
Muito devagar.
O esforço parecia imenso.
Ele observou as duas filhas.
E um sorriso qu