A manhã seguinte amanheceu luminosa.
Pela primeira vez em muitos meses, Aurora abriu os olhos sem aquele aperto constante no peito.
O quarto estava silencioso.
O sol atravessava as cortinas de linho em faixas douradas, aquecendo o chão de madeira clara.
Ao seu lado, Adrian dormia profundamente.
A respiração regular.
Os cabelos escuros levemente desalinhados.
O lábio ainda marcado pelo corte da noite anterior.
Aurora apoiou-se sobre um cotovelo e ficou observando o marido.
Mesmo machucado, ele c