Erika entrou no seu apartamento e, assim que fechou a porta, encostou as costas a ela. Desviou-se até ficar no chão, a olhar para a mala que tinha à frente dos olhos. Não conseguia impedir que novas lágrimas silenciosas lhe escorressem dos olhos.
Não demorou muito para que ela respirasse fundo e limpasse as bochechas. Chorar não resolvia nenhum dos problemas, nem sequer os minimizava.
Ouviu o telemóvel vibrar na sua mala e por um momento foi agarrá-lo rapidamente, como sempre fazia quando era Z