DAIANA
Quando volto a mim, a luz do quarto de hospital é suave, quase acolhedora. Estou deitada, o som rítmico do monitor cardíaco é a única coisa que quebra o silêncio. Gradualmente, a realidade volta a se formar em minha mente, e a primeira coisa que sinto é o medo. Meu bebê. Tento me mover, mas a dor é um lembrete constante do que aconteceu.
— Deusa, você está acordada. — A voz de Oliver é um alívio imediato. Ele está ao meu lado, segurando minha mão. Seu rosto mostra um misto de preocupação