Ricardo Santana
Eu nunca fui do tipo que planejava encontros, mas com Kate... tudo parecia diferente. Havia algo nela que bagunçava minha mente, me fazia querer fazer as coisas certas, ainda que eu não soubesse exatamente o que era “certo” quando se tratava dela.
Foi por isso que, naquela noite, me vi parado diante da porta do apartamento dela, segurando uma única rosa vermelha em mãos—uma tentativa de gesto simples, mas sincero.
Queria me desculpar com ela, queria tentar ser bom, queria fazer