O toque normal, tão comum que mal se percebia, parecia agora um sino fúnebre vindo do inferno, ecoando sem parar no quarto...
Isabela encarava fixamente na direção da porta, suas unhas pressionando na carne enquanto se forçava a ficar de pé. Cada passo parecia pesado e cheio de medo enquanto descia as escadas.
Ela sempre estava fugindo, com medo de desvendar a verdade sobre Caio, relutante em discutir, relutante em acreditar.
Mas agora, parecia que ela não tinha mais para onde correr, não havia