Isabela não sabia quando a chuva iria parar, então pediu um café e decidiu esperar.
No entanto, à medida que tomava seu café, a chuva ficava cada vez mais intensa, sem sinal de trégua.
Sentia-se encurralada, incapaz de avançar ou recuar.
Se fosse ao hospital, certamente se molharia. Se não fosse agora, talvez nunca mais pudesse ir.
Às vezes, a coragem era efêmera, assim como a desilusão.
Enquanto hesitava, o telefone tocou.
- Isabela, você ainda não voltou? - Isabela reconheceu a voz e respon